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Na França e no mundo

 

O Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro realizou atividades em homenagem a André Malraux nos dias 5, 7 e 8 de junho.  Veja o programa abaixo. 

 

 

 

 

 

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL

ANDRÉ MALRAUX: O ROMANCISTA, O ESTETA E O CINEASTA

PROGRAMA DO EVENTO

O centenário de nascimento do autor da Condição Humana é uma excelente ocasião para se relembrar sua importante obra literária, seu engajamento político e sua visão crítica sobre a literatura e a arte. Dos primeiros textos da juventude aos grandes romances revolucionários, das reflexões sobre as artes plásticas e o Museu Imaginário às suas Antimemórias (em que a experiência vivida e a obra ficcional não mais se podem dissociar), questões como a militância política, o destino do homem diante da história e ainda a arte e sua função perpassam sua obra e se revelam da maior atualidade. Suas inquietações não se deixam atenuar: as perguntas retornam no incessante processo da metamorfose.

CURADORIA: Edson Rosa da Silva

Parceria: Bureau du Livre / Consulado da França (Rio de Janeiro)

5/6/2001 – 16:30 – Malraux: o romancista e sua paixão pela arte

Conferência de Moncef Khémiri, Prof. da Faculdade de Letras da Universidade La Manouba - Túnis

Desde sua obra romanesca, a figura do artista ocupa lugar de destaque no universo do escritor. Aos poucos, a fascinação pela arte se torna determinante e o romancista cede lugar ao esteta e crítico de arte.

7/6/2001 – 16:30 – Malraux e a metamorfose da arte

Discussão do vídeo de Clovis Prévost intitulado « As metamorfoses do olhar »

Refletindo sobre a arte, Malraux mostra a passagem da representação do mundo sagrado à representação da beleza ideal do Renascimento, chegando ao mundo moderno onde a arte conquista sua autonomia.

Debatedores: Edson Rosa da Silva e Marcelo Jacques de Moraes, Profs. da Faculdade de Letras da UFRJ

8/6/2001 – 16:30 – Exibição do Filme Espoir, de André Malraux, seguida de debate

Único filme de Malraux, Espoir foi produzido em condições difíceis durante a Guerra Civil Espanhola. Utilizado como instrumento de propaganda política foi também aclamado como obra de arte. Como o veríamos hoje ?

Debatedores: Angeluccia Bernardes Habert, Prof.a de Teoria da Comunicação da PUC-Rio

Miguel Pereira, Prof. de Cinema da PUC-Rio

Sílvio Tendler, Prof. de Cinema da PUC-Rio

Centro Cultural Banco do Brasil: http://www.ccbb.com.br

 

Rua Primeiro de Março, 66 - Centro - Rio de Janeiro - Tel 3808-2020

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A ALIANÇA FRANCESA DE SÃO PAULO ORGANIZOU "CICLO MALRAUX"


Exposição evocando os diversos aspectos da personalidade de Malraux: homem público, escritor, combatente, viajante e ministro. Paralelamente, projeção dos vídeos:
André Malraux ou la grande vie, de D. Rondeau e A. Ferrari (1995), Espoir-Sierra de Teruel, de André Malraux.
São Paulo - De 12.03 a 07.04 - Aliança Francesa Butantã - Av. Waldemar Ferreira, 204. Tel.: (011) 3812 8211.

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Cursos do Forum de Ciência e Cultura da UFRJ

O Forum de Ciência e Cultura da UFRJ ofereceu curso de extensão sobre "A literatura francesa e a pintura" com duas palestras sobre Malraux:

28/05/2001

Malraux e Picasso: um constante combate de formas - Prof. Edson Rosa da Silva (UFRJ)

04/06/2001

Malraux e o mundo de Goya - Profa. Maria Elizabeth de Sá Cunha Carneiro (UFES)

Visite o site da UFRJ

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O CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PROFESSORES DE FRANCÊS (SEDIFRALE), realizado no Rio de Janeiro de 3 a 7 de junho de 2001, prestou homenagem ao escritor André Malraux . Eis as atividades que estiveram em pauta:

05/06/2001

Malraux et la passion de l’art

Conferência do Prof. Moncef Khémiri – Universidade de La Manouba - Tunísia

06/06/2001

Mesa-redonda : André Malraux - un intellectuel à travers le siècle :

L'artiste et les formes de l'art - Prof. Edson Rosa da Silva (UFRJ)

Baudelaire, Malraux et l'idée de métamorphose - Marcelo Jacques de Moraes (UFRJ)

André Malraux et l'autoportrait - Maria Elizabeth Pinheiro (UFES)

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A MEDIATECA-CENTRO DE INFORMAÇÕES DA MAISON DE FRANCE apresentou no dia 6 de junho de 2001:


MESA-REDONDA:
L’ esthétique dans la tourmente: Ramuz et Malraux, esthétiques croisées

DEBATEDORES:

Noël CORDONNIER - Professeur, Chercheur au Centre de Recherches sur les Lettres Romandes de l’Université de Lausanne

Alain ROCHAT - Poète, Chercheur au Centre de Recherches sur les Lettres Romandes de l’Université de Lausanne

Alexandre SCHILD - Professeur, président de la Société Vaudoise de Philosophie

Edson Rosa da SILVA - Professeur de Littérature Française de l’Université Fédérale de Rio de Janeiro et Chercheur au CNPq

MEDIADOR: Pierre GUISAN - Professeur de Littérature Française de l’Université Fédérale de Rio de Janeiro


L’ esthétique dans la tourmente
 
 
 
 
Rien à première vue ne rapproche deux écrivains aussi différents que Charles-Ferdinand Ramuz et André Malraux, sinon qu’ils sont plus ou moins contemporains. Tout paraît les opposer, leur attitude face aux guerres traversées, leur vision du rôle de l’écrivain, leur parcours individuel. Tandis que l’un paraît se réfugier dans une retraite d’où il jaugera le monde d’un regard pessimiste, l’autre semble se jeter à corps perdu dans les crises du monde moderne. Et pourtant... A y regarder de plus près, ces témoins de leur temps et de ses crises, réagissant chacun à sa manière, construisent leurs visions du rôle de l’artiste et de sa nécessaire création, et qui sont loin de s’exclure. L’un et l’autre ont connu les mêmes artistes, et pourquoi ne pas les engager dans un dialogue imaginaire, comme nous essayerons de le faire ce soir. Le romancier qui aurait voulu être artisan (ou paysan), avec celui qui aurait voulu être homme d’Etat... En fin de compte, ils partageraient au moins une même sorte de subterfuge, d’ancrage ou d’identité imaginaire.
 

Para saber mais sobre :

  • Charles-Ferdinand Ramuz (LAusanne 1878 – Pully (Suisse) 1947)
http://pages.infinit.net/poibru/ramuz
  • André Malraux (Paris 1901 – 1976)
http://coureux.free.fr
http://sites.uol.com.br/site.malraux

A estética na tormenta
 
À primeira vista, não há nada que aproxime dois escritores tão diferentes como Charles-Ferdinand Ramuz e André Malraux, a não ser o fato de serem relativamente contemporâneos. Tudo parece separá-los: seu posicionamento com relação às guerras que atravessaram, sua visão acerca do papel do escritor, seus percursos individuais. Enquanto um parece refugiar-se num retiro - cujo distanciamento lhe permitirá julgar o mundo de maneira pessimista -, o outro mergulha de corpo inteiro nas crises do mundo moderno. Entretanto...através de um olhar mais atento - testemunhas de uma época e de suas crises, reagindo cada um à sua maneira -, ambos acabam construindo visões, referentes ao papel do artista e de sua necessária criação, que estão longe de ser excludentes. Se ambos conheceram os mesmos artistas, o mesmo ambiente intelectual, por que não aproximá-los num diálogo imaginário? Nosso debate terá como fim estabelecer algo desse diálogo: o romancista que desejara ser artesão (ou camponês) com aquele que aspirou ser estadista... No fim das contas, ambos partilhariam, ao menos, da mesma espécie de subterfúgio, ancoradouro ou identidade imaginária.

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Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFGRS

CICLO DE PALESTRAS: 100 ANOS DE ANDRÉ MALRAUX: HISTÓRIA, LITERATURA, ARTE


A Universidade Federal do Rio Grande do Sul comemorou centenário de André Malraux nos dias 11, 12 e 13 de junho, com evento apoiado pela Secretaria Municipal de Cultura e coordenado pelo Coordenador : Prof. Robert Ponge (UFRGS). Veja matéria do Segundo Caderno do Jornal Zero Hora


Eis o programa cumprido
:

2ª feira - 11/06/2001 - Literatura e história na obra romanesca de André Malraux

Prof. Moncef Khemiri (Universidade de Túnis)

3ª feira -12/06/2001 - A dimensão autobiográfica e a morte na obra romanesca de André Malraux

Prof. Moncef Khemiri (Universidade de Túnis)

4ª feira - 13/06/2001 - A reflexão de André Malraux sobre a arte a partir do diálogo com Picasso

Prof. Edson Rosa da Silva (UFRJ)

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